15 julho 2008

DEZ coisas QUE aprendi DEPOIS do CASAMENTO


1) Fazer supermercado pode ser bem assustador;

2) Trocar uma lâmpada pode ser algo bem simples;

3) Mais vale um vizinho do lado, que um martelo faltando;

4) Morar em condomínio requer paciência;

5) Lavar pratos não faz o pinto cair;

6) Máquina de lavar é sem dúvida, o melhor dos presentes;

7) Fazer concessões é sempre a melhor alternativa;

8) Toda casa devia ter no máximo dois moradores;

9) Pagar contas é chato mais trás maturidade;

10)Dormir ao lado de quem se ama, é insubstituível.

13 julho 2008

P O L Í C I A

Dizem que ela existe pra ajudar
Dizem que ela existe pra proteger
Eu sei que ela pode te parar (matar)
Eu sei que ela pode te prender
Polícia para quem precisa
Polícia para quem precisa de polícia
Dizem pra você obedecer
Dizem pra você responder
Dizem pra você cooperar
Dizem pra você respeitar (?)
Polícia para quem precisa
Polícia para quem precisa de polícia


(Polícia - Titãs)

12 julho 2008

P O S T E R I D A D E

Os amigos

São tão raros, que se consagram.
São tão frágeis, que fortalecem.
São tão importantes, que não se esquecem.
São tão fortes, que protegem.
São tão presentes, que participam.
São tão sagrados, que se perenizam.
São tão santos, que rezam.
São tão solidários, que esquecem de si mesmos.
São tão felizes, que fazem a fé
São tão responsáveis, que vivem na verdade.
São tão livres, que crêem.
São tão fiéis, que esperam.
São tão unidos, que prosperam.
São tão amigos, que doam a vida.
São tão amigos, que se eternizam.
Amo todos vocês meus amigos.

(Autor Desconhecido)

11 julho 2008

P O L Ê M I C A

Esses dias participei de um debate a cerca de um dos temas mais discutidos na mídia em geral, nas últimas três semanas: A Lei Seca no trânsito do Brasil. A "mesa redonda" era composta por quatro, incluindo este narrador, que além de ser o "DO CONTRA" algumas vezes fez o papel de mediador nas horas em que os ânimos se alteravam. Pois bem, o primeiro digamos, participante a opinar, foi R.B.C, casado, tosador de animais, concluinte do ensino médio, alcólatra de fim de semana, que esbravejou ser CONTRA a lei justificando que por diversas vezes, guiou o carro alheio embreagado, sem carteira de motorista, em alta velocidade e nada, absoluamente nada, nunca lhe aconteceu.

O cabra não satisfeito com a sua colocação infeliz, ainda completou dizendo que "as coisas só acontecem quando Deus quer...". Jesus, me chicoteia !!! É por isso que sou a favor da prisão perpétua para os chamados dementes e/ou burros voluntários, ou seja, aquele camarada que tem oportunidade e não se esforça para se instruir. Mas tudo bem, embora não concorde, respeito a opinião dele. A segunda a opinar foi Z.M.S, solteira, mestranda em biologia, homossexual, que se mostrou CONTRA por dois motivos: 1)A medida trata o simplório degustador de vinho pós almoço tal qual o cachaceiro de beira de esquina. De fato eles são. Quando se cogita dirigir depois de beber, todos se tornam irresponsáveis, inaptos e potencialmente homicidas.

Motivo 2: Para ela, haverá um aumento considerável na corrupção, uma vez que guardas de trãnsito farão vista grossa a condutores bêbados em troca de propina gorda. Como se a corrupção da polícia no Brasil fosse um problema de hoje, e a obrigatoriedade da lei fosse um fator desencadeante dela. Desculpe Z.M.S, também discordo de você embora defenda o seu direito de expressar o seu ponto de vista. O terceiro a opinar foi J.B.S, funcionário público, casado, pai de três filhos, que mostrou-se em cima do muro porém simpatizante da facção CONTRA a lei, justificando que ele detesta leis e acha que tudo que é proibido é mais gostoso. Ridículo demais!! Só faltou ele narrar o capítulo da Gênese em que a vaca da Eva come a maçã proibida. Tudo bem, já sei, devo respeitar a opinião dele também.

Por fim, a minha opinião, que como vocês devem ter percebido, pelos argumentos já supracitados, é A FAVOR da lei. Sou contra radicalismos mas nesse caso em particular, é um mal necessário. Acho que só com mudança de postura a gente molda o futuro, que a mudança de atitute produz transformações, cura males, torna a sociedade madura e educa o cidadão de modo a respeitar o direito de ir e vir do outro. Se alguém gosta de beber, e eu sou um deles, que pegue um táxi, um ônibus, que ceda o volante a quem não bebeu e livre um inocente do seu vício e de sua arrogância. Respeito quem pensa diferente, acho que é esse é sim um assunto polêmico, mas acredito que nesse caso, o bom senso deve prevalecer. E ponto final.

09 julho 2008

08 julho 2008

A G R A D E C I M E N T O

Queria agradecer em meu nome e de Isabela, a todos que se fizeram presentes ao meu casamento e aqueles que por algum motivo não puderam comparecer, porém enviaram mensagens de carinho e felicitações. Obrigado de coração.

07 julho 2008

Kit LUA DE MEL


02 Pacotes de amendoim sem casca;

01 Ampola de coquetel de arrebite com guaraná do amazonas;

01 Latinha de cana;

02 Limões;

01 Pastilha Halls Preta;

01 Caixa de Camisinhas.

* Kit gentilmente cedido pelos amigos Loro, Mariana, Susana e Tobias, horas antes do casamento. Podem ter certeza amigos, fizemos bom uso dele. Eternamente gratos.

06 julho 2008

Em LUA DE MEL

Comunico a todos que por motivo de força maior, estarei hoje e amanhã de recesso deste espaço, razão pela qual esse post será previamente agendado pelo Blogger. Para minha tristeza, eu, o narrador e minha digníssima esposa, estaremos em lua de mel, passando por maus momentos na horrível e assombrosa Pousada Aruanã, em Canoa Quebrada, Ceará. Desde já, comunico aos engraçadinhos que meu celular permanecerá desligado. Até a volta...

04 julho 2008

Dia do CASAMENTO

Passava das 16h quando de frente para o espelho do quarto, portas trancadas, não contive as lágrimas ao ver o meu reflexo. Um típico traje de noivo. Calça, colete prata, gravata com detalhe, cabelo comportado depois do gel. Daí em diante, um filme de cinco anos passou em sessenta segundos, transpirei vertiginosamente, rezei um pai nosso de joelhos, pedi a Deus felicidade e sai. Em casa, todos eufóricos com a saída do noivo, meu avô era só felicidade e vermelhidão nos olhos. Meus passos em direção ao carro, pareciam infinitos, minha boca seca traduzia o grau do meu nervosismo.

Durante o percurso mais flashes na memória. O primeiro de uma dezena de "foras", a primeira vez que nós ficamos, o primeiro beijo, o primeiro abraço, a primeira vez que andamos de mãos dadas em público, nossa primeira vez, nossa história, nossos planos, tudo, tudo ali, passando pela cabeça enquanto eu percorria pouco mais de seis quilômetros que separavam a casa de meu avô, da capela onde eu me casaria. Cheguei às 17:05h, só havia dois ou três funcionários do cerimonial, eles me viram chegar, sorriram discretamente como quem diziam esse tá apressado pra casar... Devolvi o sorriso gentilmente e entrei na igreja.

A capela estava perfeita. Flores no altar, no percurso da porta até o conchectório, por todo o chão da capela, um perfume exalava no ar um clima de felicidade antecipado. Me sentei na primeira fila e fiquei observando a imagem da Virgem Maria, me perguntando se tudo aquilo estava acontecendo de verdade. Coloquei a mão do bolso esquerdo do fraque, puxei uma caixinha vermelha, eram as alianças. Prontamente polidas, brilhantes, onde se lia por entre os arcos, Alexandre e Isabela. Chorei de novo, agora era de verdade. Verifiquei se a minha ainda cabia no dedo, ensaiei o SIM.

Os convidados começaram a chegar. Primeiro, meu sogro e minha sogra. Depois minha mãe, meu avô e alguns amigos. A medida que a hora passava, meu coração parecia que ia saltar pela boca. Meus olhos marejados denunciavam uma emoção nunca antes vivida. Todos as atenções pareciam (e estavam) voltadas para mim. Alguns riam, outros bricavam. Eu disfarçava bem o stress da espera, enquanto meu intestino ameaçava me trair. Pelo fi-o-fó não passava um cabelo, nem daqueles finos, dos bons mesmo. Era 17:50h quando o mestre de cerimônias me convidou juntamente com os padrinhos, a entrar na igreja.

Quem me conduziu foi minha bizavó de 88 anos. Fiz questão de que fosse assim. Ela pra mim, é um exemplo a ser seguido. Viveu mais de 50 anos ao lado de um homem bom, até que um câncer os separou. Segui em frente, passos curtos, olhos entre o chão e o altar, lembrei do meu pai, queria que ele estive lá, e estava. Segurei a emoção, procurei não prestar atenção na música, tinha que ser forte. Conduzi minha bizavó até a sua cadeira, acomodei-a ao meu lado e fiquei de frente para porta na posição de sentido. Uns 30 metros a frente, tapete branco, pétalas no chão, o cerimonial anunciava a entrada da noiva.

Ao fundo, um sax ensaiou a introdução da marcha nupcial quando foi interrompido pela música Over the Rainbow (Além do Arco Íris), canção que personifica as esperanças e sonhos de juventude sobre um mundo ideal de amor e alegria da personagem de Judy Garland em o Mágico de Oz, belamente interpretado na voz e violão de Simara Carlos, prima da noiva. Por falar nela, estava perfeitamente linda. Cabelos, vestido, sorriso, absolutamente tudo. Não contive a emoção e recorri ao lenço generosamente cedido pelo meu avô, minutos antes da minha entrada. Chorei, chorei e sorri. Desse instante em diante, tudo se tornou indescritível...

02 julho 2008

N A S C E U

Nasceu agora a pouco meu sobrinho João Pedro, pesando 3,9Kg e com 55cm. Ao contrário do que todos possam pensar, ele não nasceu com cara de joelho. Pelo contrário, o neguinho é até enxeridozinho igual ao tio. Bem vindo João, que Deus lhe dê muita saúde e felicidade.

01 julho 2008

A N S I E D A D E [do houaiss]

Substantivo feminino - 1) grande mal-estar físico e psíquico; aflição, agonia; 2) Derivação: sentido figurado. Desejo veemente e impaciente 3) Derivação: sentido figurado. Falta de tranqüilidade e/ou receio 4) Rubrica: psicopatologia. estado afetivo penoso, caracterizado pela expectativa de algum perigo que se revela indeterminado e impreciso, e diante do qual o indivíduo se julga indefeso. Etimologia lat. anxiètas,átis 'id.'; ver ang-; f.hist. 1789 ansiedade, 1844 anciedade. Sinônimos: ver sinonímia de inquietação. Antônimos: ver antonímia de fúria.