27 maio 2013

Perguntas ESCROTAS

Por que pijama tem bolso?
Por que sempre dizem que uma casa é mal assombrada, ao invés de bem assombrada? Se uma casa é mal assombrada, é por que o fantasma é incompetente?
Por que todo bandido quando é frio tem que ser calculista?
Por que abreviação é uma palavra tão grande?
Por que toda vez que alguém diz que tem pavê para a sobremesa sempre aparece um idiota para perguntar: é pavê ou pacomê?
Por que a gente sempre acorda na melhor parte do sonho?
Como a placa: "não pise na grama" foi colocada lá?
Por que será que as pessoas ligam para o seu celular e perguntam: quem é?
Por que os sabonetes são coloridos e a espuma é sempre branca?
Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
Por que os aviões não são fabricados com o mesmo material usado nas suas caixas pretas?
Se nada gruda no Teflon, como o fixaram nas panelas?
Por que não há comida para gatos com sabor de rato?
Por que toda mocinha de filme de terror sabe que a casa, mansão ou castelo é assombrado mas mesmo assim basta ouvir um ruído de madrugada para sair do quarto e ir verificar sozinha no porão ou sótão?
Por que quando estamos procurando alguma casa pelo número, abaixamos o volume do som do carro?
Por que será que quando nós ligamos um número errado nunca está ocupado?
Qual é o sinônimo de "sinônimo"?

17 abril 2013

O chato é FODA

Numa mesa de bar
Começa a falar do trabalho.
Lembra quando votou no Enéas pra presidente: "Meu nome é Enéas!"
Fala da quantidade de micróbios que estão no tira-gosto.
No cinema
Começa a contar pra namorada como vai terminar o filme.
Arrota aquele cachorro-quente que comeu no barraco.
Quando fala de política
Diz que vai votar naquele candidato ladrão e ainda argumenta: "Ele rouba, mas faz".
Pede um "favorzinho" para vender seu voto a um corrupto.
Mete adesivo no carro tipo: "Zemané, agora nós vai".
Numa festa
Conta a mesma piada seis vezes.
Bebe demais e fica cantando a empregada.
Fica abraçando as pessoas que mal conhece.

11 abril 2013

Cordéis VOLANTES

       
O inverno deste ano
Do Nordeste se escondeu
São José virou as costas
Sem pena do povo seu
Não se vê uma saúva
E as poucas gotas de chuva
O arco íris bebeu.
(Hélio Crisanto)
A União esqueceu
Desse pedaço de chão
Vive salvando os banqueiros
Em qualquer situação
O nordestino, coitado!
Só costuma ser lembrado
Quando é tempo de eleição.
(Wellington Vicente)
O roceiro estende a mão
Implorando por justiça
Um urubu se peneira
Fuçando numa carniça
E um politico enriquece
Mordendo a mão da cobiça.
(Hélio Crisanto)

10 abril 2013

S-O-N-H-O

Sonhei que em 2013, o Vasco ganhava o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil, a Libertadores e o Mundial de Clubes. Sonhei também que o Steve Wonder voltava a enxergar. Qual a relação entre as duas coisas?! Só por obra de um milagre divino.  #TorcedorSofrido

20 março 2013

Bolso CHEIO e mente VAZIA

Essa foto me causou náusea. Foi postada recentemente pelo cantor do aviões do forró em sua rede social instagram. Prova de bolso cheio e mente vazia. Espelho da vaidade de quem nunca teve e não se contenta em ter. Publicização de uma ilusória felicidade. Menosprezo aos nordestinos que arquejam e sobrevivem a maior seca dos últimos 50 anos. Triste que esses sejam os ídolos do meu país. Esqueceram do "Betinho" que morreu lutando contra a fome. Apagaram a foto de Zilda Arns que tanto lutou contra as desigualdades sociais. BMW e Rolex podem até combinar, mas não no mundo em que vivemos. Salve o povo brasileiro!

11 março 2013

C-U-R-T-A

Um bancário vai caminhando na rua e é abordado por um assaltante (com camisa do framengo):
- Perdeu preibói! O dinheiro ou a vida!
- Amigo não dá, eu sou bancário...
- E daí? Tá me tirando???
- Não, é que bancário não tem dinheiro, muito menos vida...


Dedicado a todos vocês que acham que o banqueiro e o bancário são a mesma pessoa...

05 fevereiro 2013

Entre ASPAS

A vantagem de quem não vai muito longe é voltar mais depressa.”
(Millôr Fernandes, gênio da raça)

12 novembro 2012

De PENSAMENTO

Andrew Keen* está certo. Vivemos na "economia da reputação". Tudo o que você posta/compartilha deve e será usado contra você um dia. Somos espiões de nós mesmos. Ora por egocentrismo, ora por vaidade, sentimos uma necessidade incontrolável de se expor. Atire a primeira pedra, aquele ou aquela que, tendo conta no Facebook/Twitter, nunca postou algo particular, de cunho íntimo ou que via de regra só interessa a você?! Certo? Errado. É de tempo de repensar, de refletir, de rever. E olhe que estou falando isso pra mim como se estivesse diante do espelho.

* É um escritor norte-americano conhecido por suas críticas ao fenômeno da Web 2.0. http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrew_Keen

27 setembro 2012

As primeiras SEMANAS

 
A decisão de engravidar foi conjunta. Já tínhamos quatro anos de casados e há tempos observávamos os casais e seus filhos nos parques, no circo, na piscina, no clube e etc. Eu particularmente sempre adorei crianças, talvez pelo fato de nunca ter deixado de ser uma. Embora de maneira mais contida, Bela aos poucos despertou a sua maternidade adormecida e logo propôs que engravidássemos. O fato é que ainda existiam impecilhos. Primeiro eram as condições de trabalho, depois o medo de onde deixar o bebê enquanto estivéssemos trabalhando. A estabilidade matou dois coelhos numa mesma cajadada. Trocamos de profissão e de cidade. Procuramos alguns especialistas e depois de aproximadamente um ano e meio tentando, eis que Deus nos agraciou com a boa nova.

Na manhã de nove de dezembro, Bela me apresentou o que parecia ser um termômetro. Estou grávida!!, ela disse com sorriso de ponta a ponta. Pulei da cama como se estivesse deitado em brasas, a princípio a ficha não caiu, saímos as pressas para o laboratório e eu chorei copiosamente quando o exame de laboratório confirmou o que o teste de farmárcia já havia prenunciado. Do resto a biologia logo se encarregou prontamente. Foram trinta e oito semanas de muita ansiedade e noites em claro. Tudo era motivo de debate: nome, sexo do bebê, decoração do quarto e etc. Depois de saber o sexo, tratamos logo de escolher o nome do moleque. Entre várias possibilidades, elegemos Eduardo que significa pessoa do bem. Nosso comerdozinho de rapadura nasceu às 20:05h do dia 27 de julho de parto cesariana. Um bebê forte, 3,4kg, híbrido de pai e mãe. Alguns dizem que ele é cagado e cuspido a mãe, mas do gênio não abro mão! É o meu até no jeito de pedir peito.

Desde o nascimento, já se passaram oito semanas de longas noites mal dormidas, fraldas enxarcadas de xixi e cocô e é claro, o prazer indescritível de ver crescer um ser totalmente e maravilhosamente dependente de nós. Todo dia é uma novidade. O primeiro sorriso, o olhar curioso, os jatos matinais de alojo, os sons emitidos aparentemente sem motivos e as infinitas fotos tiradas de celular, tablets e máquinas fotográficas. Do ofurô ao passeio no supermercado, da primeira vacina a pontual visita à casa das avós, tudo é um flash!! Tem horas que até o choro impiedoso das cólicas soam como música aos nossos ouvidos (tudo bem, essa parte é mentira!). Nosso filho foi como uma bénção, um complemento a uma relação onde o amor crescia (e cresce) cada dia mais. À Deus, aos amigos e parentes, nosso eterno agradecimento e eterno convite para visita. Ah, e uma ressalva: só entra com presente!!!

06 agosto 2012

Sobre o BRASIL e os JOGOS OLÍMPICOS

Pedro Augusto de Medeiros* 
Já está em andamento a estratégia de contemporização do fiasco olímpico. Fotos dos atletas brasileiros chorando, desconsolados com os seus fracassos circulam no face. São cenas que tocam e sensibilizam. Mas é muito cômodo e conveniente entregarmos os lenços e darmos o ombro a todos.

Um pais com a grandeza do Brasil não pode continuar indo a olimpíada a passeio. Entendo o esforço e o desprendimento de muitos atletas e fico sensibilizado com a situação de parte deles, mas a atuação dos que estão por trás da nossa equipe olímpica é sofrível e deve ser criticada. Se não tem competência para superar o Quênia, a Etiópia, o Cazaquistão, a Belorus, a Jamaica, é melhor ficar em casa. O grande problema do Brasil, num sentido até mais abrangente, é aceitar passivamente tudo. Chega de papelão olímpico!!!

* Bancário e formador de opinião.